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Quais resíduos são considerados perigosos? Lista com exemplos comuns na indústria

A legislação brasileira estabelece que resíduos perigosos são todos aqueles que apresentam riscos à saúde pública ou ao meio ambiente devido às suas características de inflamabilidade, corrosividade, reatividade, toxicidade ou patogenicidade. Assim que entendemos quais resíduos são considerados perigosos. Em suma, são os materiais classificados como Resíduos Classe I pela norma ABNT NBR 10.004. Dessa forma, identificar esses materiais no dia a dia da operação é o primeiro passo para evitar acidentes e pesadas sanções ambientais.  Com o objetivo de facilitar esse diagnóstico na sua empresa, preparamos uma lista de resíduos perigosos com os exemplos mais recorrentes no setor industrial. Quais resíduos são considerados perigosos? Exemplos práticos por categoria  A princípio, muitos materiais perigosos passam despercebidos porque estão misturados à rotina de manutenção ou limpeza da fábrica. Por isso, dividimos para trazer quais resíduos são considerados perigosos nas categorias mais comuns do chão de fábrica:  1. Quais resíduos são considerados perigosos: de manutenção e lubrificação Esta categoria concentra o maior volume de resíduos Classe I exemplos dentro de indústrias metalúrgicas, automotivas e de usinagem. Óleos lubrificantes usados ou contaminados (OLUC); Filtros de óleo e de ar comprimido; Graxas, estopas, trapos, panos e Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) sujos de óleo ou graxa. 2. Sobras de processos de pintura e acabamento O descarte de resíduos químicos vindos do setor de pintura exige atenção redobrada, visto que a maioria apresenta alta inflamabilidade e toxicidade. Nesse caso, a resposta para quais resíduos são considerados perigosos é: Tintas, vernizes, lacas e esmaltes vencidos ou fora de especificação; Solventes, diluentes e Thinner utilizados na limpeza de pistolas e tanques; Lodos de cabine de pintura e borras de tinta. 3. Resíduos químicos de processos industriais Além disso, entram os produtos puramente químicos utilizados para tratamento de superfícies, higienização ou reações de manufatura. Ácidos e bases fortes (como soda cáustica e ácido sulfúrico); Soluções decapantes, banhos galvânicos e soluções de cianeto; Sobras de reagentes de laboratório de controle de qualidade. 4. Resíduos eletroeletrônicos e acumuladores de energia Além disso, componentes eletrônicos descartados incorretamente contêm metais pesados altamente tóxicos para o solo. Então, quais resíduos são considerados perigosos? Baterias industriais, automotivas e de chumbo-ácido; Pilhas e baterias de lítio ou cádmio; Lâmpadas fluorescentes e de vapor de mercúrio. O risco de errar na classificação dos resíduos perigosos (Classe I) Dessa forma, agora que você já conhece a lista de resíduos perigosos, fica claro o perigo de misturar esses materiais com o lixo comum (Classe II). Se a sua equipe descartar uma estopa suja de óleo na caçamba de recicláveis, todo aquele lote se torna contaminado perante a fiscalização. Assim, sua empresa comete uma infração grave de contaminação por misturar resíduos industriais perigosos com rejeitos inertes. Por consequência, atrai multas automáticas e arranha a reputação da marca nos critérios ESG. Como a GWR assume a gestão e a destinação segura desses materiais? Assim, o descarte de resíduos químicos e Classe I não precisa ser uma dor de cabeça para a sua gerência de operações. Por isso, através da GWR (Gestão Wert de Resíduos), nós blindamos a sua empresa contra falhas operacionais e burocráticas. A Wert Ambiental possui uma equipe altamente especializada que atua diretamente no seu chão de fábrica. Nós entendemos bem quais resíduos são considerados perigosos. Com isso, é feita a segregação correta, o acondicionamento seguro e transportamos os materiais para o nosso galpão próprio de 1.000m². Lá, o controle de compatibilidade química é rigoroso.  Posteriormente, garantimos a destinação final em tecnologias nobres, como o coprocessamento, que destrói o passivo permanentemente e emite o seu Certificado de Destinação Final (CDF). Em conclusão, delegar essa complexidade para a GWR protege o seu caixa e garante o compliance da sua indústria. Identificou algum desses materiais na sua fábrica e precisa de ajuda?  Clique aqui e fale com um especialista.

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Como elaborar um plano de gerenciamento de resíduos sólidos?

Para elaborar um Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS), sua indústria deve mapear todo o ciclo de vida dos materiais, desde a geração no chão de fábrica até a destinação final. O processo exige um diagnóstico quantitativo e qualitativo dos resíduos (segundo a NBR 10.004), a definição de procedimentos seguros de acondicionamento interno, o estabelecimento de metas de minimização e a homologação de destinos licenciados.  Trata-se de um documento dinâmico e técnico que traduz a operação real da empresa em conformidade legal.  Quem pode elaborar um plano de gerenciamento de resíduos sólidos? O PGRS não pode ser assinado por qualquer funcionário. De acordo com a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei nº 12.305/10), o plano deve ser elaborado obrigatoriamente por um profissional técnico habilitado. Isso significa que o responsável precisa ter registro ativo em seu respectivo conselho de classe (como CRQ, CREA ou CRBio). Além disso, crucialmente, deve emitir uma ART (Anotação de Responsabilidade Técnica) ou documento equivalente. Por isso, engenheiros ambientais, engenheiros químicos e biólogos são os profissionais mais comuns para essa função. Assinar o documento sem a devida habilitação legal invalida o plano perante órgãos como a CETESB ou o IBAMA, sujeitando a empresa a sanções imediatas por exercício ilegal da profissão e falsidade ideológica ambiental. O que deve ter em um plano de gerenciamento de resíduos sólidos? Para que o documento tenha validade jurídica e operacional, ele precisa seguir uma estrutura padrão. Desse modo, precisa cobrir todo o ciclo de vida dos materiais dentro da planta.  De forma resumida, veja o que deve ter em um plano de gerenciamento de resíduos sólidos: Identificação do gerador: dados completos da empresa, histórico, atividade econômica e capacidade produtiva. Diagnóstico dos resíduos sólidos: mapeamento detalhado de todos os resíduos gerados. Aqui, é preciso quantificar (em quilos ou toneladas) e classificar cada material de acordo com a NBR 10.004 (Classe I – Perigosos e Classe II – Não Perigosos). Procedimentos operacionais internos: descrição exata de como a empresa realiza a segregação na fonte, o acondicionamento seguro, a coleta interna e o transporte até o armazenamento temporário. Metas de minimização de resíduos: a legislação exige que o plano apresente ações concretas para reduzir a geração na origem e aumentar a reciclagem ou a reutilização. Plano de contingência: o que a fábrica fará em caso de vazamentos, incêndios no depósito de resíduos perigosos ou falhas operacionais? Desse modo, as ações de emergência devem estar desenhadas aqui. Destinação final adequada: indicação de quem são os transportadores e os destinatários finais (aterros, indústrias de coprocessamento, recicladores), comprovando que todos possuem licença ambiental válida. Como tirar o PGRS do papel sem sobrecarregar sua equipe? Elaborar o PGRS exige tempo, precisão e um monitoramento constante que a maioria das equipes internas de segurança e meio ambiente não consegue absorver sozinha. Qualquer alteração no layout da fábrica ou troca de insumo exige a imediata atualização do documento para manter a validade da sua Licença de Operação (LO). É exatamente por isso que indústrias de alta performance optam por terceirizar essa inteligência através da GWR (Gestão Wert de Resíduos). A Wert Ambiental coloca técnicos especializados dentro da sua operação para desenhar, executar e monitorar o seu plano. Nós cuidamos de toda a burocracia. Assim, vemos desde o diagnóstico inicial e análises químicas até o cruzamento de dados nos sistemas SIGOR e SINIR, transformando o seu PGRS em um modelo de eficiência e custo reduzido. O Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos da sua empresa está atualizado e seguro para a próxima fiscalização?  Estamos prontos para ajudar sua empresa nisso. Clique aqui e fale com um especialista.  

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Armazenamento de resíduos perigosos: Guia prático da NBR 12.235 para indústrias

O armazenamento de resíduos perigosos dentro de uma unidade industrial é, antes de tudo, uma operação de alto risco. Se a sua empresa lida com substâncias inflamáveis, corrosivas ou tóxicas, saiba que qualquer falha no acondicionamento pode resultar em incêndios, explosões ou vazamentos catastróficos.  Nesse sentido, o cumprimento da norma técnica não é apenas uma formalidade, mas a garantia de que sua operação não se tornará um passivo ambiental irreversível. Dessa forma, para garantir a segurança e a conformidade, o norteador absoluto é a NBR 12.235. Esta norma estabelece as condições adequadas para o armazenamento de resíduos perigosos de forma a proteger a saúde pública e o meio ambiente.  Abaixo, detalhamos os pontos críticos que sua indústria deve dominar para evitar desastres. O rigor técnico da NBR 12.235 para Resíduos Classe I O armazenamento de resíduos perigosos exige uma infraestrutura que suporte a natureza agressiva dos Resíduos Classe I. Afinal, é necessário que o local seja isolado, ventilado e construído com materiais incombustíveis. De acordo com a NBR 12.235, a área de armazenamento deve impedir a entrada de pessoas não autorizadas e possuir sistemas que facilitem a inspeção e a movimentação segura dos materiais. Além disso, o piso deve ser impermeável e resistente aos produtos armazenados, evitando que qualquer gotejamento atinja o solo. Bacia de contenção para resíduos e o controle de vazamentos Um dos pilares do armazenamento de resíduos perigosos é o sistema de contenção. Desse modo, instalação de uma bacia de contenção para resíduos é obrigatória para impedir que vazamentos acidentais se espalhem pela fábrica ou atinjam a rede de esgoto. Portanto, a capacidade dessa bacia deve ser calculada para conter o volume do maior recipiente armazenado ou, em alguns casos, uma porcentagem do volume total.  Sem uma bacia de contenção para resíduos eficiente, um simples furo em um IBC de ácido pode paralisar toda a sua produção e gerar multas ambientais pesadas. Armazenamento de resíduos perigosos correto previne reações químicas violentas  O maior perigo silencioso no armazenamento de resíduos perigosos é a mistura inadvertida de substâncias incompatíveis. Assim, a compatibilidade química de resíduos dita que materiais que reagem entre si, gerando calor, gases tóxicos ou explosões, jamais devem ser estocados próximos uns dos outros. Nesse contexto, é fundamental realizar uma segregação rigorosa baseada nas fichas técnicas (FISPQ/FDS). Inclusive, o uso de barreiras físicas ou distanciamento entre grupos químicos diferentes é uma exigência da segurança do trabalho ambiental para neutralizar riscos de acidentes em cadeia. Sinalização do armazenamento de resíduos perigosos e segurança do trabalho ambiental A identificação visual é a primeira linha de defesa. A sinalização de resíduos perigosos deve ser clara, durável e seguir os padrões de cores e símbolos de perigo internacionais. Dito isso, cada container deve exibir o nome do resíduo, sua classe de risco e a data de início do armazenamento. Juntamente com isso, a segurança do trabalho ambiental exige que a equipe de operação utilize os EPIs adequados e tenha acesso fácil a equipamentos de emergência, como kits de mitigação de derramamento e chuveiros de emergência. Em suma, uma sinalização deficiente é o primeiro passo para um erro de manuseio que pode custar vidas. Como a Wert Ambiental garante a excelência no armazenamento? O armazenamento de resíduos perigosos exige um nível de especialização que muitas empresas preferem transferir para especialistas. Através da GWR (Gestão Wert de Resíduos), entregamos segurança total tanto na gestão on-site quanto no gerenciamento off-site. Para exemplificar, a Wert dispõe de um galpão próprio de 1.000m² totalmente projetado sob as diretrizes da NBR 12.235. Nossa estrutura conta com: Bacias de contenção para resíduos dimensionadas para máxima segurança; Rigoroso controle de compatibilidade química de resíduos; Sinalização de resíduos perigosos padronizada e atualizada; Equipe focada em segurança do trabalho ambiental e proteção jurídica do cliente. Ao passo que o seu resíduo entra em nossa estrutura, minimizamos o risco operacional da sua empresa com uma gestão técnica de excelência. Sua empresa precisa adequar o armazenamento de resíduos perigosos às normas vigentes?  Clique aqui e fale com um especialista.

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Quando fazer a atualização do PGRS? Evite multas por mudanças na operação

É um mito acreditar que o Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos é apenas um documento estático com validade de um ou dois anos. Na realidade, a atualização do PGRS deve ser dinâmica.  Afinal, se a sua linha de produção mudou hoje, o seu plano pode ter se tornado inválido para a fiscalização amanhã. Dessa forma, ignorar o momento exato de realizar a atualização do PGRS é um erro estratégico que resulta em autos de infração e entraves no licenciamento ambiental.  Neste guia, vamos direto aos pontos críticos que exigem a revisão imediata do seu documento para garantir a conformidade total da sua unidade. Alterações no layout e novos processos exigem a atualização do PGRS Sempre que houver uma modificação no arranjo físico da fábrica ou a implementação de uma nova linha de produção, a atualização do PGRS torna-se obrigatória. Isso ocorre porque o documento deve refletir exatamente o fluxo de geração: onde o resíduo nasce, como ele é acondicionado no setor e qual o trajeto interno até o armazenamento temporário. Assim, se o fiscal encontrar um coletor de resíduos Classe I em um local não mapeado, a inconsistência pode levar à interdição da área até a devida atualização. Troca de insumos e a desclassificação de resíduos Nesse contexto, a substituição de matérias-primas é um dos gatilhos mais comuns para a atualização do PGRS. Portanto, se sua engenharia substituiu um insumo químico, a composição do resíduo gerado mudou. Exemplo prático: se você deixou de usar um solvente inflamável e passou a usar um desengraxante biodegradável, seu resíduo deixou de ser Classe I (Perigoso) para ser Classe II (Não Perigoso). A consequência: sem a atualização do PGRS, você continuará destinando (e pagando) por uma periculosidade que não existe mais, ou pior, estará enviando um novo contaminante ao aterro sem a devida licença. Mudança no volume gerado tendo impacto no Inventário SINIR Além disso, o licenciamento ambiental monitora a capacidade produtiva da sua planta. Um aumento significativo na produção implica em um volume maior de descartes, o que exige a atualização do PGRS para redimensionar as áreas de armazenamento e a frequência de coleta. Por conseguinte, lembre-se: o que está declarado na sua atualização do PGRS deve cruzar perfeitamente com os dados informados no SIGOR e no Inventário Nacional de Resíduos (SINIR). Inconsistências entre o plano impresso e a realidade digital são os alvos favoritos das auditorias ambientais em 2026. Quando a atualização do PGRS é automática? Vale ressaltar que, mesmo que não existam mudanças operacionais, a atualização do PGRS possui prazos atrelados à renovação da Licença de Operação (LO). No entanto, não espere o vencimento da licença para agir. A boa prática de compliance dita que a atualização do PGRS deve ser revisada anualmente. O intuito é acompanhar as metas de minimização de resíduos e as novas normativas do IBAMA ou da CETESB.  Dessa forma, manter o plano atualizado facilita a obtenção de certificados e garante que sua empresa esteja pronta para auditorias surpresa a qualquer momento. Como o GWR simplifica a atualização do PGRS na sua empresa? Sob esse ângulo, a gestão de documentos ambientais não precisa ser um gargalo para sua diretoria. Através do GWR (Gestão Wert de Resíduos), nós assumimos a responsabilidade técnica pela sua operação on-site e off-site. Nossos especialistas realizam o monitoramento constante dos seus processos e garantem que qualquer mudança na linha de produção seja refletida imediatamente. Assim, com o GWR, você conta com: Emissão e revisão técnica de laudos e planos; Gestão completa de prazos de licenciamento; Mão de obra especializada para classificar e inventariar resíduos em tempo real. Em suma, proteja sua operação e mantenha sua documentação impecável com quem domina as normas técnicas. Sua operação mudou recentemente? Clique aqui e fale com um especialista da Wert Ambiental para realizar a atualização do PGRS da sua empresa.  

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